quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Venha me glorificar

É a luta que me faz vencer?
Leva-me a tudo crer!
Nas cristãs religiosas,
E de bom coração das belas pessoas!
”Da vida humilde,
Na plena virtude.
De algo a oferecer,
Por nada dizer.“
Quero assim a meia derrota,
Sentir na minha pele,
A beleza de mim que brota
De um masculino, “ele”.
A qualidade de um indivíduo,
Do modo coração de vidro...
Por negar uma discriminação,
E por dizer em bom som: o não!
Tenhas coragem,
Uma ruptura,
Uma arquitetura...
Pois é a altura?
A queda é brusca?
De fato, serás!
Uma queda inferiorizada,
Similar a uma bala!
É o rancor inimigo,
Por medo de estranho,
Uma briga comigo,
De uma alma ao banho...
Vejo criaturas,
Enxergo vidas,
Avisto gentes doentes,
Chama-o com vozes fortes.
Tenho medo,
Sim,
O medo dos covardes...
Medo de lutar,
De tudo que me faz afobar!
Quero a meia vitória,
Uma vida dada à glória.
De tudo que a luta me fez apossar.

Um comentário:

  1. Muito bom meu amigo. Muito bonito seu poema
    A vida é assim mesmo: meia vitórias, meia derrotas.
    Todo mundo tem medo de altura, poucos a liberdade de saltar.
    O importante é não desistir de lutar.
    Porque medo todo mundo tem.
    Poucos têm coragem para dizer não aos preconceitos e pensamentos pequenos.
    Poucos param para refletir, olhar para os outros e olhar para si mesmo.
    E pouquíssimos tiram a “sujeira” da alma.
    Parabéns

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